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Feito pra fugas, confissões ou simplesmente descarrego de criatividade. Não tem nada de mais, mas tem tudo pra mim. Seja Welcomido ;o

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Larissa18 anos, vivendo em Manaus, Made in Sinop- Mato Grosso. Cursando Design por uma cagada do destino na UFAM. Pode saber mais por;

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| sexta-feira, 7 de maio de 2010



"...Mas eu não acreditava mais que fosse realmente dar certo entre a gente, no entanto eu gostava de ás vezes me iludir e criar a expectativa de que iria olhar nos meus olhos e dizer que não conseguiria viver sem mim. Era isso que ainda me motivava a vê-la. Depois de tanto tempo, ainda era isso.
Quando me vejo, estou ali perdido no mundo olhando o lugar onde a gente se viu pela primeira vez, engraçado, continuava o mesmo, cada flor, cada árvore, até mesmo o sol, tudo estava a mesma coisa, pensando bem, eu também era o mesmo.
-Eeeeei?
Era ela, estava tão imerso em pensamentos que não vi quando chegou:
-Oi! Desculpa tava viajando aqui.
-Vive no mundo da lua, ás vezes a terra é legal Pê! Mas me cumprimenta direito, oras!
Eu a abraçei, tão confortável... O cheiro dos seus cabelos me confortavam, mesmo que por um segundo, a tempestade na minha cabeça cessava, se o mundo fosse acabar sem motivo, naquela era a hora, eu morreria feliz.
-Então, o que precisa de mim?
-Na verdade... Nada de mais, só estava com saudade, tu sumiu... Queria saber, fiz alguma coisa?
Sim, você fez. Foi o que eu quis dizer. Queria falar que por culpa daquele sorriso minha cabeça não conseguia se concentrar em mais nada, me pegava retribuindo aquele sorriso. Que por culpa daquele perfume, eu sonhava acordado em poder senti-lo sempre de perto. Que por culpa daquela boca, toda minha lucidez tinha ido embora. Que por culpa dela, eu quebrei minha própria promessa, eu estava amando. Mas não, não diria isso a ela.
-Você? -Forcei meu melhor olhar de surpreso. Me senti em uma novela mexicana extremamente ruim.
-Sim Pê, Eu... O que eu fiz? Você tá diferente... -Ela me olhava.
-Você não fez nada, sério. Imagina, eu diferente? Não não! É que a vida anda corrida...
-Eu tô te atrapalhando?
-Não! -Disse com mais entusiasmo que o necessário. - Não não... Nunca me atrapalhou.
-Mesmo?
-Mesmo.
-Jura?
-Juro.
-... Ainda não acredito em você. -Ela disse relutante.
-O que eu faço pra acreditar?
-Hmmm... Me paga um refri ali na praça- Disse sorrindo.
-Ei! Isso é extorsão!
-Lógicamente que é!
Sorrimos, finalmente tudo ficou mais leve.
Fomos a praça pegar o refrigerante compramos uma Coca e um Halls, o preferido dela, conversávamos e nos entretíamos com qualquer coisa, tudo era motivo de uma conversa longa e um debate fervoroso. Sempre saiam teorias mirabolantes de nossas conversas, me divertia demais, não via o tempo passar, a tarde passou suave, como sempre passava quando eu estava com ela. Cada toque, cada abraço, cada sorriso, todos eles eram diferentes, tinham gostos diferentes, e só me faziam ficar mais curioso de como ela conseguia fazer isso, nossos olhares se encontravam ás vezes, desviávamos e fitávamos o chão, toda vez que isso acontecia, eu pensava se só eu que sentia algo por ela... será?
-Nossa, já tá ficando tarde! Pê, preciso ir, minha mãe me mata se eu chegar tarde.
-É, eu sei, mamãe não deixa filhinha ficar até tarde com machos na rua. -Sorri.
-Ha-ha-ha muito engraçado. É que é perigoso e você sabe!
-Sim, eu sei.
Ela sorriu, fez um adeus com a mão e virou-se para ir embora. Não resisti a mesma peça.
-Reclama de mim que não cumprimento, mas você nunca se despede direito, né!
Ela olhou pra trás e sorriu.
-Tá bom, tá bom. É que não gosto de despedidas!
Ela voltou e me abraçou.
-Então... não vai embora. -Disse baixinho. - Fica mais...
-...Bobo, você sabe que não é assim.
-Sei? Será?
-...Sabe sim. E depois de todo esse tempo sem falar comigo!
-...Eu tava tentando uma coisa. -Confessei, mas não queria dar detalhes, rezei pra que ela não perguntasse...
-Tentando o que?
E agora Pedro? O que vai fazer? Vai falar é? Sim ou não... Sim ou não... Poxa, Deus, custava fazer ela não perguntar?
-Tentando... -Soltei ela do abraço.
-...
-... Nada de mais. - Sorri. Mas ela permaneceu séria. - Que foi?
-... Eu te odeio.
-Por que?
-Senti sua falta.
Calma, ordem nesses pensamentos, ela disse que sentiu minha falta. Digo que quase morri? Digo?
-Também senti.
Um silencio que pareceu uma eternidade se seguiu... Nossos olhares se cruzaram de novo. Olhamos para o chão. Ela estava vermelha? Ou foi impressão minha? Suspirei.
-Tá bem... também quero tentar uma coisa. -Disse ela quebrando o silêncio. E colocou uma das mãos na frente dos meus olhos, me tirando a imagem dela...
Do que se seguiu eu não tenho certeza, ainda acho que eu estava sonhando ou que aquilo era minha dimensão alternativa perfeita.
Mas de uma coisa eu tinha absoluta certeza. Tinha gosto de Halls... Melância."

Sabe quanto tu fica escrevendo histórinhas mentais? .-.
Eu adoro escrever .-. E essa tava pedindo pra ser escrita @_@
E siiiim, eu escrevo como sendo um menino u-u Acho legal .-.
Whatever!
Só isso mesmo :x Pode ir embora agora :x


;; por Mdnzz. // 15:27 // *